PROGRAMAÇÃO

RIO MAIS BRASIL

O Nosso Musical

22 a 24 de setembro de 2017

Datas e Sessões:

22 de setembro de 2017

21:00

23 de setembro de 2017

21:00

24 de setembro de 2017

19:00

‘RIO MAIS BRASIL, O NOSSO MUSICAL’EXALTA
UM PAÍS QUE TEM NO SEU POVO A SUA MAIOR RIQUEZA

Idealizado por Gustavo Nunes, com direção de Ulysses Cruz e texto de Renata Mizrahi. Com Cris Vianna, Claudio Lins, Danilo de Moura, Danilo Mesquita e mais 16 atores multi-instrumentistas, o espetáculo apresenta composições inéditase canções consagradas na história musical do país.


Abrem-se as cortinas do presente: em cena, o Brasil real, aonde cantam sabiás, uirapurus, mas que é, principalmente, berço de um povo produtor de uma arte plural, que cria música para balançar a tristeza, de uma gente que suja as mãos de barro para trabalhar, mas também para fazer brotar belezas. O país de Villa-Lobos, Ary Barroso, Caetano Veloso, Rita Lee, Almir Sater, Tom Zé. Mas também da mulher que carrega a lata d´água na cabeça, do menino que faz samba ou funk no morro ou no asfalto, do índio que dança em sua aldeia, do sertanejo que produz poesia à espera da chuva, da cabocla de jeito mestiço, do guri tri legal. Idealizado por Gustavo Nunes, com direção de Ulysses Cruz e autoria de Renata Mizrahi, ‘Rio mais Brasil, o nosso musical’ exalta um país possível e a Cidade Maravilhosa, cheia de encantos e contrastes. O povo brasileiro é o protagonista, com sua pluralidade, sua complexidade, seu sincretismo, livre de estereótipos. Uma gente que enverga, mas não quebra.A estreia será no dia 20 de julho, no Oi Casa Grande, com Cris Vianna, Claudio Lins, Danilo Mesquita e Danilo de Moura encabeçando um elenco de 20 atores-multi-instrumentistas. A Turbilhão de ideias Entretenimento (de ‘Cássia Eller, o musical’) assina a produção.


‘Rio mais Brasil, o nosso musical’ se passa nos bastidores da realização de um longa-metragem, livremente inspirado na obra ‘O Povo Brasileiro’, de Darcy Ribeiro. O produtor Martin (Claudio Lins) recebe uma verba para criar uma superprodução, mostrando um Brasil jamais visto antes no cinema usando a obra de Darcy como referência. Após muito procurar, ele vê suas ideias traduzidas pela cineasta Cris (Cris Vianna), que propõe mostrar a essência do povo brasileiro. E a escolha do elenco deve refletir essa proposta, com pessoas de todo o país, que mostrarão um pouco de suas vivências, ajudando a entender o Brasil através da sua gente. À medida que as filmagens avançam, os valores vão sendo reduzidos, até que o investimento na produção é completamente cancelado. Como seguir adiante? O que pode ser feito? Um novo fato reacende as esperanças e possibilita a continuação das filmagens.


Desde o início do processo, o idealizador do projeto, Gustavo Nunes, e o diretor Ulysses Cruz tinham uma certeza: queriam fugir do óbvio, evitar uma abordagem estereotipada. “Recusamos tudo que fosse clichê”, pontua o diretor. “Queremos um lugar mais real, de pessoas potentes, não os mesmos cartões postais, nem as mesmas frases feitas”, afirma a autora Renata Mizrahi. “Eu não quero retratar a Zona Sul, da forma como sempre é mostrada, quero também a arquibancada número 1 da Sapucaí. Aquelas pessoas que estão ali têm histórias maravilhosas para contar. Uma das primeiras visões que tive do Rio foi o baile charme de Madureira. Aquele é o Rio que me interessa, o Rio real”, acrescenta Ulysses.
Realidade e ficção dialogam em cena. Nãoapenasporque o espetáculoretrataumarotina tão comum à culturabrasileira, mas porquefoilivrementeinspiradoem um fatoacontecidonaprópriaprodução do musical, que seriamontadoem 2016, porémteve o cancelamento de umpatrocínioquandoestavainiciandoosensaios, jácom todo o elencoescolhido. O produtor e idealizador Gustavo Nunes não desistiu e artistas como Ulysses Cruz e Cris Vianna seguiram à disposição do projeto, que pôde agora ser viabilizado com apresentação do Ourocap, em uma realização da Turbilhão de Ideias Entretenimento.


“É a arte mais uma vez driblando os obstáculos e fazendo brotar a criação de onde antes havia apenas incerteza. “Essa primeira tentativa frustrada se transformou em história na peça. E o Martin é uma homenagem ao Gustavo, que nunca desistiu de fazer esse espetáculo nascer”, exalta Ulysses.
“O Ulysses foi a primeira pessoa que convidei para integrar o projeto. A ousadia que ele apresenta em suas encenações seria fundamental para poder realizar um projeto como este”, afirma Gustavo, que complementa: “sentia falta de ver nos palcos um espetáculo que refletisse o Brasil de hoje. Ainda consumimos tantas histórias que não têm absolutamente nada a ver com a nossa realidade. Nossa cultura e nossas questões precisam tomar maior proporção, ainda mais num momento como o que estamos vivendo”.


Assim como no filme retratado no espetáculo, a escolha do elenco traduz a diversidade brasileira: foram mais de 500 candidatos de todo o país e a lista inclui nomes do Amazonas, Mato Grosso, Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Anna Bello, André Muato, Bárbara Sut, Camila Matoso, Clayson Charles, Edmundo Vitor, Janaína Moreno, Kesia Estácio, Leandro Melo, Luciana Balby, Nando Motta, Marcel Octavio, Paulo Ney, Priscilla Azevedo e Teka Balluthy foram escolhidos pela banca formada por Ulysses Cruz, os diretores musicais Carlos Bauzys e Daniel Rocha, o diretor assistente, Thiago de Los Reyes, a produtora de elenco, Vanessa Veiga, e Gustavo Nunes. O elenco se complementa ainda com o multi-instrumentista Fernando Thomaz,que também atua nesta encenação.
Carlos Bauzys não esconde a satisfação com os atores escolhidos: “foi uma das seleções mais difíceis que já fiz, fiquei entusiasmado com o alto nível dos multi-artistas”, celebra. “Queríamos um elenco que espelhasse o Brasil, mas um elenco real, não pessoas que parecessem, mas que fossem. Nossa vontade é realmente colocar em cena o povo brasileiro”, explica Ulysses.


Renata conta que recebeu o pedido do texto com a ideia de trabalhar em cima do Rio e do Brasil, mas sem um argumento definido. “Tive várias conversas com oUlysses e o Gustavo. Bati muita bola com eles e, aos poucos, fomos construindo essa história. A gente troca ideia, debate muito. E agora temos também os atores, que chegaram, cada um com uma bagagem e histórias que só nos enriquecem. Esse trabalho é a arte de ouvir, filtrar e escrever”, explica Renata.“O texto foi sendo finalizado com a minha ida aos ensaios.Os atores nos trouxeram informações, vivências, além de atendermos demandas naturais da encenação”, complementa Ulysses.


Participação popular
O espetáculo inovou ainda ao possibilitar a participação do público na criação do roteiro final. As pessoas puderam enviar histórias verídicas e letras inéditas de músicas, através do site http://riomaisbrasil.com.br/. Uma dessas histórias e uma canção inédita foram selecionadas e incorporadas ao enredo final, que tem uma linha narrativanão-cronológica e não-linear. Em dado momento, podem ser mostrados, simultaneamente, o teste dos candidatos junto às cenas de suas vidas reais; cenas dos investidores podem se alternar com as filmagens ou com cenas dos bastidores. “Primeiro, eles entram como atores e vão virando personagens. Nas cenas dos testes, são os próprios atores, com um pouco de suas experiências” explica Ulysses.


A trilha é um dos pontos altos do musical: congrega letras originais de Renata Mizrahi, com uma releitura de músicasconsagradas e outrasrepresentativas dascincoregiões brasileiras. O espetáculo reúne canções inéditas, além de composições de Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga, Rita Lee, Almir Sater, Gilberto Gil, Ary Barroso, Cazuza, Tom Zé, Aldir Blanc, Arlindo Cruz, Waldemar Henrique, Kleiton e Kledir, Dani Black,entre outros, que ressurgem em arranjos originais de Carlos Bauzys e Daniel Rocha. “A nossa busca é refletir nos arranjos, na escolha das músicas, um pouco de tudo do Brasil, essa mistura imensa. Então, estamos trazendo várias referências. É uma mistura de múltiplas influências brasileiras adicionadas aos elementos do teatro musical”, esclarece Bauzys, que não esconde o entusiasmo com a grandeza musical desse país. “Essa riqueza parte de uma espontaneidade sublime. Em cada canto do Brasil que você vai, encontra tradições populares que existem há muito tempo e são extremamente ricas e únicas. O que mais me atrai é essabeleza que parte da simplicidade”, finaliza.


Um dos exemplos da busca por essa originalidade é a canção ‘Aquarela do Brasil’ (Ary Barroso), que ressurge completamente renovada, não só pelo arranjo inédito, mas pelo rap escrito pelo próprio Bauzys, incorporado à letra. “Na hora que a música fala, Terra de Nosso senhor, ali já entra um rap que diz, entre outras coisas: Terra de Nosso Senhor, de Oxalá, de Iemanjá, de Jesus. Enaltecemoso sincretismo no Brasil, que é algo tão lindo no nosso país, essa pátria de todos”, exalta.


Os atores tocarão uma gama de instrumentos (mais de 30), muitos delesinusitados, como: berimbau de boca, ganzáe timbal. A direção musical aposta na percussão corporal como um elemento primordial na construção do espetáculo. “Quero todos tocando muito, tirando sons do próprio corpo, isso mostra nossa precariedade, dói. Somos todos precários, isso é lindo porque é o que nos torna humanos”, vibra Ulysses. Carlos Bauzys tem vasta experiência com essa linguagem, já trabalhou com o Barbatuques, um dos maiores expoentes do mundo em percussão corporal. “Essas escolhas partiram da nossa vontade de fazermos coisas diferentes, explorarmosdistintos recursos vocais. E tem tudo a ver com o espetáculo, porque o corpo é muito rico de sonoridades e traz essa precariedade que o Ulysses busca. E também é natural da cultura do Brasil: fazer música, arte com o que é disponível”, acrescenta Bauzys.


Os diretores musicais dialogam muito com os atores e alguns arranjos nascem dessa troca de vivências. “A ideia é justamente trazer um pouco do conhecimento e da cultura do elenco, esse processo de construção coletiva também acontece. Muitas vezes, levamos os arranjos fechados e ensaiamos, mas somos muito abertos a sugestões, porque entendemos que a colaboração das pessoas é muito importante para o resultado ficar mais rico ainda”, aponta Bauzys.
A potência da música que segue sendo produzida nos mais diferentes Brasis espalhados dentro de um mesmo país é uma das principais motivações de Carlos Bauzys ao realizar esse espetáculo. “Ainda na adolescência, quando eu conheci a nossa música de verdade é que eu me entendi como brasileiro e,pela primeira vez, tive orgulho do lugar onde eu nasci. Se eu puder passar um pouco disso para o público, minha missão estará cumprida”, afirma.


O musical representao hoje, com um olhar otimista. “Nosso povo se reinventa a cadamomento. Queremosrevelar a caradessagente, exaltar o quantosomosgrandes e ricos de diversidade e quanta belezapodehaver!”, celebra Renata.


Após a temporada no Rio de Janeiro, o espetáculo circulará por mais sete capitais: Belo Horizonte, Campinas, Brasília, Porto Alegre, Fortaleza, Curitiba e São Paulo.


RIO mais BRASIL, o nosso musical
Apresentado por
MINISTÉRIO DA CULTURA e OUROCAP
LEI DE INCENTIVO À CULTURA
Patrocínio Master
OUROCAP
Uma Produção
TURBILHÃO DE IDEIAS ENTRETENIMENTO
Realização
MINISTÉRIO DA CULTURA
BRASIL GOVERNO FEDERAL
SERVIÇO
‘Rio mais Brasil, o nosso musical’
Classificação etária: 12 anos
Duração: 105minutos

Classificação

Duração

105min
aproximadamente

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O conteúdo e opiniões expressas nos espetáculos e eventos realizados no Teatro do Bourbon Country não refletem necessariamente a posição do Teatro e dos seus Parceiros e Patrocinadores.

LOCALIZAÇÃO

MAPA DE PLATEIA

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MEIA ENTRADA - FAQ

Quem tem direito à meia-entrada?

O benefício da meia-entrada é concedido aos seguintes públicos:

- Idosos (com idade igual ou superior a 60 anos)
Conforme a Lei Federal nº 10.741/03 e o Decreto nº 8.537/15 , mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.

- Estudantes

Conforme a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15, que regulamenta a Lei 12.933/13), atualizada por Medida Cautelar Provisória concedida pelo STF em 29/12/2015, os estudantes terão direito ao benefício da meia-entrada mediante a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) no momento da aquisição do ingresso e na portaria ou na entrada do local de realização do evento.

A CIE deverá ser expedida por:
I - Associação Nacional de Pós-Graduandos - ANPG;
II - União Nacional dos Estudantes - UNE;
III - União Brasileira dos Estudantes Secundaristas - Ubes;
IV - entidades estaduais e municipais;
V - Diretórios Centrais dos Estudantes - DCE; e
VI - Centros e Diretórios Acadêmicos, de nível médio e superior.

Os elementos indispensáveis da CIE são:
I - nome completo e data de nascimento do estudante;
II - foto recente do estudante;
III - nome da instituição de ensino na qual o estudante esteja matriculado;
IV - grau de escolaridade; e
V - data de validade até o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição.

Obs.: Para os estudantes que solicitaram a CIE pelo site www.documentodoestudante.com.br e ainda aguardam o recebimento da carteira, será aceito o Documento Provisório, que possui validade de 30 dias. O mesmo deve ser apresentado juntamente a um documento de identidade oficial com foto.

 

- Jovens com até 15 anos
Conforme a Lei Estadual nº 14.612/14, mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.


- Pessoas com Deficiência e acompanhantes quando necessário

Conforme a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15, que regulamenta a Lei 12.933/13), mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013.
No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.

 

- Jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idades de 15 a 29 anos
Conforme a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15, que regulamenta a Lei 12.933/13), mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.


- Aposentados e/ou Pensionistas do INSS (que recebem até três salários mínimos)
Conforme a Lei Municipal nº 7.366/93, mediante apresentação de documento fornecido pela Federação dos Aposentados e Pensionistas do RS ou outros Associações de Classe devidamente registradas ou filiadas.

- Doadores regulares de sangue*
Conforme a Lei Estadual nº 13.891/12, mediante apresentação de documento oficial válido, expedido pelos hemocentros e bancos de sangue.

 

*São considerados doadores regulares a mulher que se submete à coleta pelo menos duas vezes ao ano, e o homem que se submete à coleta três vezes ao ano.

 

IMPORTANTE:
- Por lei, o benefício da meia-entrada será assegurado para 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento.

 

ATENÇÃO:
- Os documentos para validação de descontos deverão ser apresentados no ato da compra e no dia da sessão adquirida, na portaria do teatro. Nas compras feitas através da internet ou telefone, a apresentação do(s) documento(s) de comprovação será exigida na retirada do ingresso e também no acesso ao teatro. 
- Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento da diferença de valor dos mesmos.



Não encontrei ingressos disponíveis com o benefício de meia-entrada. O que pode ter acontecido?

O benefício de meia-entrada é assegurado para 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento, conforme o Decreto nº 8.537/15.



Estou matriculado em curso que ainda não iniciou e não terá início antes do evento, tenho direito à meia-entrada para estudantes?

Sim, desde que você porte uma Carteira de Identificação Estudantil (CIE) válida, você terá direito à meia-entrada para estudantes.

 

A CIE deverá ser expedida por:

I - Associação Nacional de Pós-Graduandos - ANPG;
II - União Nacional dos Estudantes - UNE;
III - União Brasileira dos Estudantes Secundaristas - Ubes;
IV - entidades estaduais e municipais;
V - Diretórios Centrais dos Estudantes - DCE; e
VI - Centros e Diretórios Acadêmicos, de nível médio e superior.

Os elementos indispensáveis da CIE são:

I - nome completo e data de nascimento do estudante;
II - foto recente do estudante;
III - nome da instituição de ensino na qual o estudante esteja matriculado;
IV - grau de escolaridade; e
V - data de validade até o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição.



Carteiras emitidas pelas Universidades são aceitas para o benefício da meia-entrada?

Sim, desde que a Carteira de Identificação Estudantil (CIE) esteja válida e tenha os elementos indispensáveis, você terá direito à meia-entrada para estudantes.

 

A CIE deverá ser expedida por:

I - Associação Nacional de Pós-Graduandos - ANPG;
II - União Nacional dos Estudantes - UNE;
III - União Brasileira dos Estudantes Secundaristas - Ubes;
IV - entidades estaduais e municipais;
V - Diretórios Centrais dos Estudantes - DCE; e
VI - Centros e Diretórios Acadêmicos, de nível médio e superior.

Os elementos indispensáveis da CIE são:

I - nome completo e data de nascimento do estudante;
II - foto recente do estudante;
III - nome da instituição de ensino na qual o estudante esteja matriculado;
IV - grau de escolaridade; e
V - data de validade até o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição.



Atestado/Comprovante de matrícula pode ser utilizado para a aquisição de ingressos com benefício de meia-entrada?

Não é possível. Conforme a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15, que regulamenta a Lei 12.933/13), apenas a Carteira de Identificação Estudantil (CIE) garante o benefício da meia-entrada para estudantes.



O Cartão TRI Estudantil é válido para garantir o direito à meia-entrada?

Também não é possível. Apenas a Carteira de Identificação Estudantil (CIE) garante o benefício da meia-entrada para estudantes.



INGRESSOS

VALORES DOS INGRESSOS

Plateia Alta (C6 a C9)
50,00

Galeria
R$ 50,00

Mezanino
R$ 50,00

Plateia Alta (C1 a C5)
R$ 100,00

Plateia Baixa
R$ 120,00

Camarote
R$ 150,00

Comprar Ingresso

CANAIS DE VENDA OFICIAIS
*sujeito a taxa de conveniência

Ingresso Rápido - Call Center
sac@ingressorapido.com.br
De segunda a sábado, das 11h às 19h, e feriados, das 12h às 18h.

Bilheteria do Teatro do Bourbon Country
Av. Túlio de Rose, 80 / 301 - Porto Alegre, RS. De segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.

Bilheteria do Teatro Feevale
ERS-239, 2.755, Novo Hamburgo, RS. De segunda a sexta-feira, das 9h às 21h; sábados, das 9h às 13h. (51) 3271-1200.

Bourbon Shopping NH
Quiosque Teatro Feevale - Av. Nações Unidas, 2001/Piso 2 - Novo Hamburgo, RS. De segunda a sábado, das 13h às 20h. *Pagamento apenas com cartão.

Agência Brocker Turismo - Gramado
Av. das Hortênsias, 1845 - Gramado, RS. De segunda a sábado, das 9h às 18h30; feriados, das 10h às 15h. (54) 3286-5405.

DESCONTOS

50% de desconto para sócios do Clube do Assinante RBS, limitado a 100 ingressos. Vendas somente na bilheteria do Teatro.

50% de desconto para titulares dos cartões Zaffari Card e Bourbon Card e um acompanhante, limitado a 100 ingressos. Vendas somente na bilheteria do Teatro.

40% de desconto para participantes do programa de fidelidade Km de Vantagens (Ipiranga) em qualquer setor para as sessões definidas previamente. Desconto não cumulativo, válido apenas para compras através do site da Ingresso Rápido. Estoque limitado a 50 ingressos.

10% de desconto para sócios do Clube do Assinante RBS. Vendas somente na bilheteria do Teatro.

** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos pontos de venda físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso às casas de espetáculo.

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ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO Nº 48963828 VALIDADE 10/03/2018
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CAPACIDADE MÁXIMA: 1.144 PESSOAS